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prévia dos resultados financeiros dos Planos.
Setembro foi marcado pela continuidade da redução da taxa de juros no Brasil, pela desaceleração gradual da atividade econômica e pela permanência de incertezas nos cenários fiscal, político e internacional. No Brasil, o Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, destacando a moderação gradual da atividade econômica e a desaceleração da inflação, embora as expectativas inflacionárias para 2026 e 2027 permanecessem acima da meta. O IPCA-15 registrou alta de 0,70% em setembro, acumulando 3,82% no ano e 4,47% em 12 meses.
Os sinais de perda de ritmo da atividade econômica levaram o Governo Federal a revisar sua projeção de crescimento do PIB de 2026 de 2,3% para 2,0% e, para 2027, de 2,5% para 2,3%. Nesse ambiente, as questões fiscais e a antecipação das discussões relacionadas ao processo eleitoral ganharam relevância na formação das expectativas dos investidores e contribuíram para o desempenho dos ativos domésticos.
No exterior, a política monetária dos Estados Unidos continuou influenciando os mercados, com o Federal Reserve elevando a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,75% a 4,00%, em um ambiente de inflação ainda elevada e atividade econômica resiliente. As tensões no Oriente Médio e as negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos também contribuíram para a volatilidade dos mercados e das commodities.
Nos mercados financeiros, o ambiente foi favorável aos ativos de risco. O IBrX encerrou setembro com alta de 4,86%, enquanto o dólar terminou o mês próximo de R$ 5,17. O petróleo também apresentou valorização de 5,43%, influenciado pelas incertezas relacionadas ao fornecimento global e às tensões geopolíticas.
Nesse contexto, os perfis de investimento com maior exposição à renda variável foram beneficiados pelo desempenho positivo do mercado acionário brasileiro. As carteiras de renda fixa também foram favorecidas, tanto pelo elevado nível das taxas de juros quanto pelo fechamento das taxas dos títulos públicos indexados à inflação, que beneficiou os ativos sujeitos à marcação a mercado.
Apesar do ambiente mais favorável aos ativos de risco, permanecem incertezas relacionadas à inflação, à política fiscal e ao cenário internacional. Os resultados de curto prazo devem, portanto, ser avaliados sob uma perspectiva de longo prazo, considerando o horizonte de investimento e os objetivos previdenciários de cada participante.
Leia maisO mês de setembro foi marcado por maior volatilidade nos mercados internacionais, em meio à elevação dos preços de energia, às tensões geopolíticas no Oriente Médio e à alta das taxas de juros nos Estados Unidos. A curva de juros norte-americana apresentou forte abertura, com o rendimento do Treasury de 10 anos encerrando o período próximo de 5,3%, refletindo as preocupações com a inflação, a resiliência da atividade econômica e a perspectiva de manutenção de uma política monetária restritiva por mais tempo.
Leia maisNo mês de setembro, as eleições tomaram a centralidade do cenário doméstico, fomentando o bom desempenho dos ativos de risco do país. A curva de títulos indexados ao índice de inflação IPCA (NTN-B) apresentou expressiva redução de suas taxas, impactando positivamente os papéis por meio da marcação a mercado.
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O IBrX 100 apresentou valorização de 4,86% no mês de setembro, refletindo um ambiente mais favorável para a bolsa brasileira. O desempenho foi influenciado pelo fluxo de capital estrangeiro e pela melhora da percepção dos investidores em relação aos ativos brasileiros, apesar da permanência de incertezas relacionadas ao cenário eleitoral e às contas fiscais do país.
O dólar apresentou valorização de 0,21% frente ao real em setembro, refletindo a dinâmica dos juros nos Estados Unidos, o cenário eleitoral brasileiro e a atratividade dos ativos domésticos.
O Risco Brasil (CDS de 5 anos) apresentou aumento de 7 pontos em setembro, refletindo a elevação da curva de juros dos Estados Unidos e um ambiente global de maior cautela e aversão ao risco.
O S&P 500 apresentou leve queda de 0,45% em setembro, refletindo a elevação dos juros americanos e as incertezas em relação à trajetória da política monetária e ao cenário econômico dos Estados Unidos.
O petróleo WTI apresentou valorização de 5,43% em setembro, ainda refletindo a volatilidade do mercado diante das tensões geopolíticas e das incertezas sobre a oferta global de petróleo.
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 140 planos CDs
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 134 planos BDs
Com profissionais qualificados, nossa gestão de investimentos segmenta a alocação e a seleção de ativos, o que permite a implementação de um processo decisório eficiente. Com base na Política de Investimentos e nas análises dos Comitês, tal gestão é orientada pelo seguinte ciclo:
Atualmente, a Eletros possui uma parcela dos recursos sendo geridos internamente, por equipe
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Acreditamos que esse modelo de gestão é extremamente positivo para a Eletros, pois permite a
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Fundação adota um
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Esses gestores e seus mercados de atuação são acompanhados diariamente e, também,
periodicamente, por meio de reuniões exclusivas com a Eletros. De acordo com as respectivas
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suas respectivas carteiras de
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