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Após um primeiro quadrimestre favorável aos ativos de risco, maio trouxe uma reavaliação dos mercados globais, refletindo preocupações com a trajetória fiscal das principais economias, a manutenção de juros elevados e as perspectivas para o crescimento econômico mundial.
No Brasil, o ambiente de mercado tornou-se mais desafiador diante do recrudescimento das preocupações fiscais e da consequente elevação da percepção de risco dos investidores. Esse movimento resultou em abertura das taxas de juros de longo prazo, valorização do dólar frente ao real, +1,46% e realização de lucros no mercado acionário doméstico, após meses consecutivos de forte desempenho. A combinação desses fatores levou os investidores a adotarem postura mais defensiva ao longo do período, reflexo no Ibovespa, que registrou forte queda, -7,22%.
No cenário internacional, os mercados acionários norte-americanos mantiveram trajetória positiva, impulsionados principalmente pelos sólidos resultados das empresas de tecnologia e pelas expectativas favoráveis associadas à inteligência artificial, tendo o S&P registrado aumento de 5,15%. Ainda assim, o período foi marcado por oscilações relevantes nos mercados, refletindo as incertezas em torno da trajetória dos juros nos Estados Unidos e as discussões crescentes acerca da sustentabilidade fiscal das principais economias desenvolvidas.
Diante desse contexto, a diversificação das carteiras desempenhou papel fundamental para a mitigação dos riscos, especialmente por meio dos investimentos internacionais (investimento no exterior, +6,93%) e dos ativos de renda fixa (CDI, +1,07%), que contribuíram para suavizar os impactos da correção observada nos mercados domésticos.
Em meio ao ambiente de maior incerteza e à correção observada nos mercados domésticos de risco, os planos que apresentaram desempenho positivo no mês, foram os Planos BD Eletrobrás, Plano CD Saldado, Plano CD Multi, Plano CD PrevServ, refletindo principalmente a contribuição dos investimentos em renda fixa e o elevado patamar das taxas de juros. Nos perfis de investimento, os resultados refletiram os diferentes níveis de exposição ao risco. Enquanto os mais conservadores permaneceram próximos da estabilidade, os perfis de maior risco foram mais impactados pela queda do mercado acionário doméstico. Por sua vez, deve-se destacar que os investimentos no exterior, com rentabilidade de 6,93% no mês, contribuíram para mitigar parte da volatilidade local, evidenciando os benefícios da diversificação em um cenário de maior aversão ao risco.
Leia maisEm maio de 2026, o cenário internacional foi marcado pela desaceleração das principais economias globais, em um ambiente ainda de juros elevados e atenção dos mercados aos dados de inflação, atividade e emprego, além do forte protagonismo do setor de tecnologia e inteligência artificial nos mercados acionários.
Leia maisO mês de maio apresentou piora da rentabilidade para os ativos de risco domésticos, oriundo da manutenção (e fortalecimento) de saída de fluxo estrangeiro. A bolsa brasileira, que havia se beneficiado da entrada de recursos estrangeiros até o mês de abril, passou a sofrer com saídas sucessivas de recursos no mês de maio, totalizando saída líquida de R$ 13,3 bilhões no período. Aumento dos juros nos Estados Unidos e a rotação do capital global para as empresas de tecnologia ligados à Inteligência Artificial foram os principais motivos para essa reversão.
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O IBrX 100 apresentou desempenho negativo no mês de maio, refletindo a reversão do fluxo de investimento estrangeiro e o aumento das incertezas quanto ao cenário fiscal e econômico brasileiro, fatores que reduziram o apetite dos investidores por ativos de risco.
O dólar apresentou valorização de 1,62% em relação ao real, refletindo a maior aversão ao risco dos investidores e as preocupações com o cenário fiscal doméstico, que favoreceram a busca por ativos considerados mais seguros.
O Risco Brasil encerrou maio próximo de 118 pontos, registrando volatilidade moderada durante o período, refletindo as incertezas fiscais internas e o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais.
O principal índice de ações dos Estados Unidos, S&P 500, apresentou valorização de 5,14% no mês de maio, refletindo os resultados das empresas de tecnologia, que lideraram os ganhos do mercado americano.
O petróleo WTI encerrou o mês cotado a US$ 87,36, registrando forte desvalorização e elevada volatilidade ao longo de maio, influenciado pelas tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã e pelas incertezas envolvendo o Estreito de Ormuz.
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 140 planos CDs
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 134 planos BDs
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periodicamente, por meio de reuniões exclusivas com a Eletros. De acordo com as respectivas
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Tenho baixa
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