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O ambiente internacional foi marcado por maior volatilidade, em função das divergências internas no Federal Reserve sobre os rumos da política monetária. A comunicação fragmentada entre seus membros elevou a sensibilidade dos mercados de juros, enquanto o fim do shutdown nos EUA trouxe apenas recuperação parcial do fluxo de dados econômicos. Nesse contexto, a desaceleração moderada da economia americana, refletida em indicadores como PPI e Retail Sales, ampliou as expectativas de cortes de juros. Ao mesmo tempo, o governo avançou no desmonte de parte das tarifas de importação, buscando aliviar pressões inflacionárias e responder à maior sensibilidade do eleitorado ao custo de vida.
No Brasil, o Copom manteve comunicação cautelosa, avaliando que a Selic atual permanece adequada para assegurar postura monetária restritiva, embora reconheça ritmo ligeiramente mais lento na convergência da inflação e da atividade. Núcleos inflacionários mais acomodados e expectativas ainda acima da meta reforçam a necessidade de discurso conservador, especialmente diante do quadro fiscal fragilizado pela aprovação de pautas com impacto negativo. A atividade segue mostrando sinais mistos, sem indicar desaceleração significativa, o que mantém o Banco Central focado na ancoragem das expectativas.
Por outro lado, indicadores setoriais recentes sugerem perda de fôlego no ritmo de crescimento, embora o mercado de trabalho permaneça resiliente e a expectativa de uma Black Friday robusta possa sustentar o consumo. Nesse contexto, a combinação de atividade mais fraca, inflação subjacente mais benigna e expectativas em queda pode abrir espaço para início de corte da Selic na reunião de janeiro.
No Brasil, o IBrX apresentou forte desempenho, registrando seu melhor mês do ano ao avançar 6,44%, aproximando-se dos 160 mil pontos e superando tanto os índices americanos (S&P – 0,13%) quanto outros emergentes. O bom momento dos mercados de ações e a valorização dos títulos públicos impulsionaram os resultados de todos os perfis e planos de investimento. Na renda fixa, títulos públicos indexados à inflação, marcados à mercado, renderam por volta de 3%, enquanto fundos atrelados ao CDI mostraram ganho de 1,04%.
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Em novembro, o governo federal dos Estados Unidos retomou suas atividades após um shutdown que durou 43 dias. Com o fim da paralisação, a divulgação dos indicadores econômicos — como mercado de trabalho, inflação e atividade econômica — está sendo gradualmente normalizada, ainda que de forma lenta. Esses dados serão fundamentais para orientar as próximas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre a trajetória de juros.
Leia maisEm continuidade com o excelente desempenho no ano, o mês de novembro apresentou mais um período positivo para os ativos domésticos em 2025. Com a política monetária no centro das atenções, o mercado se divide diariamente sobre o início do corte de juros na economia brasileira. No fechamento do mês, a expectativa majoritária era de início já em janeiro/26 com corte de 0,25%.
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O IBrX100 apresentou valorização de 6,44% no mês de novembro, com a expectativa de início do corte de juros do Brasil no início do ano de 2026.
O real ficou praticamente instável em relação ao dólar com as incertezas sobre a continuação do corte de juros pelo Banco Central dos EUA.
O Risco-Brasil subiu 3 pontos, chegando a 142 pontos ainda com cautela sobre as discussões sobre a situação fiscal do país e as incertezas sobre juros e atividade econômica global.
O principal índice de ações dos Estados Unidos, S&P 500, ficou praticamente estável com uma valorização de 0,13% com a inflação mais controlada e sinais de desaceleração econômica.
O barril WTI fechou o mês cotado a U$58,55, representando desvalorização de 4,15% com o excesso de oferta global e nível de estoques elevados.
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 140 planos CDs
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 134 planos BDs
Com profissionais qualificados, nossa gestão de investimentos segmenta a alocação e a seleção de ativos, o que permite a implementação de um processo decisório eficiente. Com base na Política de Investimentos e nas análises dos Comitês, tal gestão é orientada pelo seguinte ciclo:
Atualmente, a Eletros possui uma parcela dos recursos sendo geridos internamente, por equipe própria, assim como
uma parcela dos recursos administrados por gestores terceirizados.
Acreditamos que esse modelo de gestão é extremamente positivo para a Eletros, pois permite a troca constante de informação,
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Com o objetivo de aproveitar os melhores gestores de investimentos do mercado financeiro,a Fundação adota um
processo de seleção de gestores externos nos diversos segmentos em que investe.
Hoje em dia, a Eletros tem gestores terceirizados de renda fixa, renda variável e, também, no segmento
multimercado estruturados.
Esses gestores e seus mercados de atuação são acompanhados diariamente e, também,
periodicamente, por meio de reuniões exclusivas com a Eletros. De acordo com as respectivas performances,
também reavaliamos a ponderação de alocação em cada um deles, assim como a seleção de novos gestores.
Nas reuniões realizadas com os participantes da Eletros, são apresentados os principais
gestores e a composição dos títulos que compõem
suas respectivas carteiras de
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De fato, acreditamos que esse tipo de gestão é um diferencial da Eletros. Assim sendo,
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Tenho baixa
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Estou disposto
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rentabilidade no
longo prazo
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