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prévia dos resultados financeiros dos Planos.
Em junho, a inflação nos Estados Unidos apresentou uma surpresa positiva, com o índice de preços ao consumidor (CPI) registrando uma alta de apenas 0,1%, alívio este ocorrendo mesmo com o início das novas tarifas de importação do governo Trump, levantando dúvidas sobre seus efeitos reais na inflação. No cenário global, o mês foi marcado por forte incerteza, com destaque para o aumento das tensões entre Israel e Irã, que elevaram os preços do petróleo até a mediação dos EUA conter os impactos. Economias como EUA e China deram novos sinais de desaceleração, com indícios de retração após antecipação de importações. Com isso, bancos centrais adotaram uma postura mais cautelosa. Nos EUA, dados apontam enfraquecimento do consumo e do mercado imobiliário, enquanto o debate fiscal intensifica preocupações com o aumento da dívida pública e pressiona o dólar.
No Brasil, o Banco Central adotou postura mais rigorosa em relação ao combate à inflação, ao elevar a Selic para 15,00% a.a., sinalizando o fim do ciclo de alta, mas com intenção de manter os juros em patamar elevado por período prolongado. A decisão contrasta com o ciclo de flexibilização observado globalmente e reforça o diferencial de juros, favorecendo o apetite por ativos domésticos. A melhora recente nas projeções de inflação, impulsionada por efeitos sazonais e valorização do real, não altera substancialmente o balanço de riscos, que segue pressionado pelo dinamismo da atividade econômica. No campo fiscal, os desafios permanecem relevantes, uma vez que, o Congresso tem resistido a medidas de aumento de receita, como no caso do IOF, enquanto a ausência de propostas estruturantes para controle de gastos compromete a sustentabilidade do arcabouço fiscal vigente.
Apesar das preocupações macroeconômicas, no mês de junho o IBrX registrou uma alta de 1,37% e o Ibovespa avançou 1,33%, acumulando uma alta de 15,44% no ano, reflexo de maior fluxo de capital estrangeiro e de um ambiente macroeconômico mais favorável. O S&P fechou o mês com uma alta de 4,96%, atingindo novos recordes históricos, principalmente devido a alívio nas tensões comerciais e desaceleração da inflação. Todos os perfis de investimento (Planos CD, CD I, ONS e EPE) registraram desempenho positivo, acima das metas de referência, bem como os planos BD, CD Saldado, CD Multi e CD PrevServ, frente ao desempenho favorável dos ativos de renda variável, apesar de resultado negativo no segmento de investimento no exterior (por conta da taxa de câmbio), além da performance positiva dos títulos públicos no segmento de renda fixa.
A carteira estratégica da Eletros, que reflete o desempenho dos títulos públicos federais indexados ao IPCA, registrou em junho desempenho de 1,60%. A carteira consolidada de renda variável teve novamente um desempenho acima do IBRX, registrando retorno de 1,40%. O CDI, registrou desempenho de 1,10%.
Leia maisNo mês de junho, a economia dos Estados Unidos manteve sinais de resiliência na economia, com a criação de 147 mil vagas de trabalho e queda da taxa de desemprego para 4,1%. Esses dados reforçaram a percepção de que a atividade continua sólida, mesmo com juros elevados. A nova desaceleração dos dados de inflação contribuiu para reforçar, ainda que de forma cautelosa, a expectativa de que o Federal Reserve possa iniciar um ciclo de cortes de juros ainda em 2025, que gerou ânimo para os mercados financeiros.
Leia maisO mês de junho representou mais um período de valorização para os ativos domésticos, com destaque para a taxa de câmbio brasileira (USD/BRL) se aproximando da faixa de R$5,43 após encerrar o mês de maio cotado a R$5,73. Além da perda global de valor do Dólar, outra justificativa importante para valorização do Real é o atual diferencial de taxas de juros do Brasil em relação aos Estados Unidos – quanto maior esse ‘spread’, maior tende a ser a entrada de recursos para o país.
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IBrX100 apresentou uma valorização de 1,37% no mês de junho, ainda por conta da entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira e os dados econômicos mais favoráveis como uma inflação abaixo do esperado.
O real apresentou valorização perante ao dólar, seguindo o movimento global de enfraquecimento do dólar e o movimento de alta de juros no Brasil em Junho.
O Risco Brasil caiu 13 pontos, alcançando 149 pontos, com o cenário de dados de inflação abaixo das expectativas e uma taxa de juros firmes com objetivo de trazer a inflação para a meta.
O principal índice de ações dos Estados Unidos, S&P 500, apresentou valorização de 4,96%, com o aumento do otimismo pela redução de taxas de juros pelo FED e a continuação do alívio comercial com a China.
O barril WTI fechou o mês cotado a U$65,11, representando uma valorização de 7,11% com o aumento das tensões geopolíticas com o conflito entre Israel e Irã.
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 140 planos CDs
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 134 planos BDs
Com profissionais qualificados, nossa gestão de investimentos segmenta a alocação e a seleção de ativos, o que permite a implementação de um processo decisório eficiente. Com base na Política de Investimentos e nas análises dos Comitês, tal gestão é orientada pelo seguinte ciclo:
Atualmente, a Eletros possui uma parcela dos recursos sendo geridos internamente, por equipe própria, assim como
uma parcela dos recursos administrados por gestores terceirizados.
Acreditamos que esse modelo de gestão é extremamente positivo para a Eletros, pois permite a troca constante de informação,
além da maior combinação de estratégias e o acesso a diversos tipos de gestão de investimentos.
Com o objetivo de aproveitar os melhores gestores de investimentos do mercado financeiro,a Fundação adota um
processo de seleção de gestores externos nos diversos segmentos em que investe.
Hoje em dia, a Eletros tem gestores terceirizados de renda fixa, renda variável e, também, no segmento
multimercado estruturados.
Esses gestores e seus mercados de atuação são acompanhados diariamente e, também,
periodicamente, por meio de reuniões exclusivas com a Eletros. De acordo com as respectivas performances,
também reavaliamos a ponderação de alocação em cada um deles, assim como a seleção de novos gestores.
Nas reuniões realizadas com os participantes da Eletros, são apresentados os principais
gestores e a composição dos títulos que compõem
suas respectivas carteiras de
investimentos.
De fato, acreditamos que esse tipo de gestão é um diferencial da Eletros. Assim sendo,
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Confira a Política de Investimentos vigente, tanto para o Plano Administrativo quanto para
os Planos de Benefícios Previdenciários.
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Tenho baixa
tolerância aos
eventuais riscos
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eventuais riscos
de mercado
financeiro
Quero obter
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acima da renda
fixa, mas com
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Estou disposto
a aceitar riscos
em troca de mais
rentabilidade no
longo prazo
Já entendo
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e tenho alta
tolerância aos
riscos de
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a gestão dos
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especialistas
da Eletros