Nos Planos de Previdência da
Eletros, seu dinheiro é administrado
por quem realmente entende!
Acompanhe a análise do cenário econômico, além da
prévia dos resultados financeiros dos Planos.
A economia brasileira apresentou sinais mais claros de desaceleração em setembro, com indicadores de atividade e importações em queda, refletindo o ambiente externo adverso e as condições financeiras ainda restritivas. Indicadores de inflação vieram abaixo do esperado, com melhora na composição e arrefecimento dos núcleos, trazendo algum alívio inflacionário. Mesmo assim, o Banco Central manteve a Selic estável, reiterando a postura de cautela e reforçando que novos cortes dependem de melhora consistente nas expectativas de inflação. O mercado de trabalho também mostrou perda de fôlego, sugerindo menor dinamismo da demanda interna. No cenário político, a reconfiguração do tabuleiro eleitoral adiciona incertezas sobre futuras alianças. No exterior, o ambiente seguiu desafiador, com volatilidade nos mercados globais. O consenso de mercado é de que um eventual início do ciclo de flexibilização monetária no Brasil ocorrerá só em 2026.
O cenário para os mercados acionários globais permanece construtivo, impulsionado pela postura mais favorável à redução de juros por parte do Federal Reserve, que tem favorecido o apetite por risco e sustentado os preços dos ativos. A fraqueza do dólar no mercado internacional continuou favorecendo os ativos de economias emergentes. No Brasil, a moeda americana registrou queda de 1,98% no mês, incitando maior fluxo de capital externo e o bom desempenho dos ativos locais. O IBrX 100 avançou em setembro, 3,47%, em linha com a Bolsa americana (S&P 500), que encerrou setembro com alta de 3,53%.
Diante de um cenário menos adverso para os investimentos, todos os perfis (Planos CD, CD I, ONS e EPE) registraram desempenho positivo, bem como os planos BD Eletrobras, CD Saldado (BPDS), CD Multi e CD PrevServ, frente ao desempenho favorável dos ativos de renda variável, além da performance positiva dos títulos públicos no segmento de renda fixa. A carteira de títulos do BD, que reflete o desempenho dos títulos públicos federais indexados ao IPCA, registrou em setembro desempenho de 0,89%, ao passo que os fundos de renda fixa, atrelados ao CDI, tiveram um desempenho de 1,19%.
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Em setembro, o Fed (Banco Central dos EUA) iniciou o ciclo de corte de juros, reduzindo a taxa em 25 pontos-base e com a possibilidade de mais cortes até o fim de 2025. A decisão foi motivada pelo enfraquecimento recente do mercado de trabalho, com os dados divulgados nos últimos meses, refletindo o duplo mandato da instituição: controlar a inflação e promover o pleno emprego.
Leia maisNo mês de setembro, enquanto a bolsa brasileira se beneficiou do início do ciclo de queda de juros nos Estados Unidos, as curvas de juros domésticas sofreram com a deterioração da percepção fiscal e a sinalização dos diretores do Banco Central do Brasil sobre o ciclo de política monetária.
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O IBrX100 apresentou valorização de 3,47% no mês de setembro, impulsionado cortes nos juros nos Estados Unidos e pela forte entrada de capital estrangeiro no mercado brasileiro.
O real apresentou valorização frente ao dólar, com o corte de juros dos EUA, aumentando o diferencial de juros do Brasil que se manteve elevada.
O Risco-Brasil caiu 1 ponto, chegando a 135 pontos se mantendo praticamente estável mesmo com as discussões sobre a situação fiscal do país e a pressão sobre a divida pública.
O principal índice de ações dos Estados Unidos, S&P 500, apresentou valorização de 3,53%, com o FED realizando o primeiro corte de juros nos EUA e resultados corporativos positivos para a bolsa.
O barril WTI fechou o mês cotado a U$62,37, representando desvalorização de 2,56% com a previsão de aumento da produção da OPEP no mês de novembro e o regresso das exportações de petróleo pelo Iraque.
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 140 planos CDs
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 134 planos BDs
Com profissionais qualificados, nossa gestão de investimentos segmenta a alocação e a seleção de ativos, o que permite a implementação de um processo decisório eficiente. Com base na Política de Investimentos e nas análises dos Comitês, tal gestão é orientada pelo seguinte ciclo:
Atualmente, a Eletros possui uma parcela dos recursos sendo geridos internamente, por equipe própria, assim como
uma parcela dos recursos administrados por gestores terceirizados.
Acreditamos que esse modelo de gestão é extremamente positivo para a Eletros, pois permite a troca constante de informação,
além da maior combinação de estratégias e o acesso a diversos tipos de gestão de investimentos.
Com o objetivo de aproveitar os melhores gestores de investimentos do mercado financeiro,a Fundação adota um
processo de seleção de gestores externos nos diversos segmentos em que investe.
Hoje em dia, a Eletros tem gestores terceirizados de renda fixa, renda variável e, também, no segmento
multimercado estruturados.
Esses gestores e seus mercados de atuação são acompanhados diariamente e, também,
periodicamente, por meio de reuniões exclusivas com a Eletros. De acordo com as respectivas performances,
também reavaliamos a ponderação de alocação em cada um deles, assim como a seleção de novos gestores.
Nas reuniões realizadas com os participantes da Eletros, são apresentados os principais
gestores e a composição dos títulos que compõem
suas respectivas carteiras de
investimentos.
De fato, acreditamos que esse tipo de gestão é um diferencial da Eletros. Assim sendo,
acompanhe as apresentações de resultados no canal do Youtube, para mais
Confira a Política de Investimentos vigente, tanto para o Plano Administrativo quanto para
os Planos de Benefícios Previdenciários.
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Mais flexibilidade para aplicar os recursos financeiros, de acordo com os perfis dos participantes.
Tenho baixa
tolerância aos
eventuais riscos
de mercado
financeiro
Tenho alguma
tolerância aos
eventuais riscos
de mercado
financeiro
Quero obter
rentabilidade
acima da renda
fixa, mas com
segurança
Estou disposto
a aceitar riscos
em troca de mais
rentabilidade no
longo prazo
Já entendo
sobre finanças
e tenho alta
tolerância aos
riscos de
mercado
Prefiro transferir
a gestão dos
investimentos aos
especialistas
da Eletros