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prévia dos resultados financeiros dos Planos.
Em julho, o mercado foi impactado por fatores econômicos e políticos, destacando-se a decisão do FOMC (comitê do BC americano) de manter as taxas de juros, refletindo cautela diante da inflação persistente nos EUA. Adicionalmente, os EUA intensificaram a pressão comercial, com sanções relacionadas à compra de petróleo russo e um acordo com a União Europeia que envolveu tarifas de 15%, compensadas por compromissos de compra e investimentos bilionários, reforçando a posição geopolítica de Washington. Tais medidas impulsionaram o dólar e reduziram expectativas de cortes de juros. A inflação americana refletiu os efeitos das tarifas anteriores, e novas elevações, previstas para agosto, elevam os riscos para consumo e inflação, apesar de algum alívio na incerteza com a formalização dos acordos.
No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano, encerrando, ao menos temporariamente, o ciclo de altas e sinalizando sua intenção de manter os juros elevados por um período prolongado. O principal ponto de destaque no mês de julho foi a ameaça dos EUA de impor tarifas de 50% sobre exportações brasileiras, o que elevou tensões bilaterais e impactou o câmbio. No entanto, a exclusão de diversos produtos como celulose, petróleo e suco de laranja aliviou o mercado. A aplicação de sanções a autoridades brasileiras e a possibilidade de novas medidas ampliam os riscos geopolíticos. No plano fiscal, o governo obteve apoio parcial do STF à elevação do IOF, favorecendo o cumprimento das metas de 2025 e 2026.
O mercado acionário ao redor do mundo seguiu desafiador em julho, marcado pela alta volatilidade e incertezas geradas pelas decisões agressivas de Trump. O Brasil foi diretamente impactado, com o mercado acionário sofrendo queda de 4,2% no mês, medida pelo Ibovespa, pressionado pelas tensões com os EUA e possível retaliação do governo brasileiro. Além da queda da bolsa no mês, os títulos indexados à inflação também reagiram negativamente ao cenário comentado acima.
Com o recuo do mercado acionário brasileiro, associado à alta das taxas dos títulos indexados à inflação, os perfis de investimento mais agressivos registraram desempenho negativo, apesar do bom desempenho do segmento de investimentos no exterior, +5,72%. Com isto, os perfis Super Conservadores Curto Prazo foram o destaque positivo do mês. A carteira estratégica da Eletros, que reflete o desempenho dos títulos públicos federais indexados ao IPCA, registrou em julho desempenho de -0,74%, ao passo que os fundos de renda fixa, atrelados ao CDI, tiveram um desempenho de 1,19%.
Leia maisO mês de julho trouxe uma série de anúncios de acordos comerciais entre os Estados Unidos e alguns de seus principais parceiros – como Japão, União Europeia e Coreia do Sul. O ponto mais importante foi a confirmação de que as tarifas de importação, já elevadas, continuarão valendo. Isso significa que os EUA estão reforçando seu protecionismo – política que busca proteger a indústria nacional dificultando a entrada de produtos estrangeiros – com uma tarifa média efetiva próxima de 20%.
Leia maisEm julho, o mercado doméstico foi pautado pelos desdobramentos do embate tarifário entre Brasil e Estados Unidos (EUA). No dia 09 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social o anúncio de tarifação de 50% sobre os produtos importados do Brasil. Ao contrário dos demais países, a justificativa de Trump foi política – inclusive, o país possui relação comercial superavitária com o Brasil –, enfatizando o papel do Supremo Tribunal Federal na condução das investigações contra o ex-presidente, Jair Bolsonaro.
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O IBrX100 apresentou desvalorização de 4,18% no mês de julho, devido ao aumento da incerteza (risco) causado pelo anúncio de tarifas de 50% pelo presidente dos Estados Unidos contra produtos brasileiros.
O real apresentou desvalorização frente ao dólar, seguindo o movimento de fortalecimento global do dólar (índice DXY) e o aumento da incerteza sobre a economia brasileira em função da tarifação de 50% imposta pelos Estados Unidos.
O Risco-Brasil 5 anos permaneceu estagnado, subindo apenas 0,7 pontos, alcançando o nível de 149,7 pontos.
O principal índice de ações dos Estados Unidos, S&P 500, apresentou valorização de 2,17%, com o aumento do otimismo pela redução de taxas de juros pelo FED e a temporada de balanço das empresas norte-americanas.
O barril WTI fechou o mês cotado a U$69,26, representando valorização de 6,37% com o aumento da demanda por petróleo e a escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 140 planos CDs
* Fonte: Consolidado estatístico Abrapp
** Fonte: Relatório Aditus. Amostra com 134 planos BDs
Com profissionais qualificados, nossa gestão de investimentos segmenta a alocação e a seleção de ativos, o que permite a implementação de um processo decisório eficiente. Com base na Política de Investimentos e nas análises dos Comitês, tal gestão é orientada pelo seguinte ciclo:
Atualmente, a Eletros possui uma parcela dos recursos sendo geridos internamente, por equipe própria, assim como
uma parcela dos recursos administrados por gestores terceirizados.
Acreditamos que esse modelo de gestão é extremamente positivo para a Eletros, pois permite a troca constante de informação,
além da maior combinação de estratégias e o acesso a diversos tipos de gestão de investimentos.
Com o objetivo de aproveitar os melhores gestores de investimentos do mercado financeiro,a Fundação adota um
processo de seleção de gestores externos nos diversos segmentos em que investe.
Hoje em dia, a Eletros tem gestores terceirizados de renda fixa, renda variável e, também, no segmento
multimercado estruturados.
Esses gestores e seus mercados de atuação são acompanhados diariamente e, também,
periodicamente, por meio de reuniões exclusivas com a Eletros. De acordo com as respectivas performances,
também reavaliamos a ponderação de alocação em cada um deles, assim como a seleção de novos gestores.
Nas reuniões realizadas com os participantes da Eletros, são apresentados os principais
gestores e a composição dos títulos que compõem
suas respectivas carteiras de
investimentos.
De fato, acreditamos que esse tipo de gestão é um diferencial da Eletros. Assim sendo,
acompanhe as apresentações de resultados no canal do Youtube, para mais
Confira a Política de Investimentos vigente, tanto para o Plano Administrativo quanto para
os Planos de Benefícios Previdenciários.
Eletros anuncia imóveis comerciais bem posicionados no mercado, no coração do Centro do Rio de Janeiro, em área estratégica, de grande fluxo e fácil acesso.
Mais flexibilidade para aplicar os recursos financeiros, de acordo com os perfis dos participantes.
Tenho baixa
tolerância aos
eventuais riscos
de mercado
financeiro
Tenho alguma
tolerância aos
eventuais riscos
de mercado
financeiro
Quero obter
rentabilidade
acima da renda
fixa, mas com
segurança
Estou disposto
a aceitar riscos
em troca de mais
rentabilidade no
longo prazo
Já entendo
sobre finanças
e tenho alta
tolerância aos
riscos de
mercado
Prefiro transferir
a gestão dos
investimentos aos
especialistas
da Eletros